ABATE HUMANITÁRIO NA BOVINOCULTURA DE CORTE

  • Thiago Henrique Vieira da Silva Faculdade de Tecnologia de Taquaritinga (FATEC) – SP – Brasil
  • Marcela Midori Yada Faculdade de Tecnologia de Taquaritinga (FATEC) – SP – Brasil
Palavras-chave: Abate Humanitário, Bem- Estar Animal, Bovinocultura de Corte

Resumo

O Brasil é um país muito forte no agronegócio mundial e, é referência para outros países. A participação do Brasil na Bovinocultura é muito intensa, pois o País é o segundo maior produtor mundial de bovinos, ficando atrás somente da Índia. Objetivo do artigo foi analisar os princípios do abate humanitário na bovinocultura de corte. A metodologia empregada foi levantamento bibliográficos através de artigos similares e a realização de consulta na legislação. Os primeiros relatos referentes ao bem-estar animal emergiram a partir de 1965 por um comitê constituído por vários pesquisadores e profissionais do setor da agropecuária do Reino Unido, sob o nome de Comitê Brambell, defronte disso principiou – se conceitos e definições de bem-estar animal. O abate humanitário tem como característica principal em todas as operações que vão desde transporte até abate, visa o bem-estar animal e a certificação de um produto final de qualidade. Em todos os elos da cadeia produtiva da bovinocultura de corte (produtor, transporte, frigorifico e consumidores), os funcionários devem ser capacitados e treinados para desenvolver suas funções com a mais eficiência e contribuir para o conforte e bem-estar do animal. Contemporaneamente, os consumidores estão cada vez mais exigentes em relação a qualidade da carne, entretanto os teores de qualidade da carne estão vinculados ao pré-abate como um todo. Dentro deste contexto as metodologias que asseguram a qualidade da carne devem visar a oferta de outputs mais seguros, nutritivos e saborosos, contudo levando em consideração a produção sustentável e o bem-estar animal.

Publicado
30/12/2018
Como Citar
SILVA, T. H. V.; YADA, M. M. ABATE HUMANITÁRIO NA BOVINOCULTURA DE CORTE. Revista Interface Tecnológica, v. 15, n. 2, p. 392-403, 30 dez. 2018.
Seção
Tecnologia em Agronegócio